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segunda-feira, 16 de julho de 2012

O BULLYNG E A IGREJA

Um dos assuntos mais comentados da atualidade e também muito preocupante é o bullying. Mas muitos poucos movimentos da nossa Igreja falam abertamente sobre o assunto, isso porque a mentalidade humana nem sempre se deixa ser guiada por Deus. Existem dentro da nossa Igreja muitas situações de bullying. Elas podem ser encontradas em larga escala entre os grupos de jovens mas de forma mais discreta também são encontradas entre os movimentos que são compostos por adultos.
Já observei que muitas pessoas não medem os limites de suas brincadeiras e atropelam o limite dos outros. Eu mesma já passei por situações muito constrangedoras dentro de Paróquias que por fim, resolvi me afastar completamente. Essas pessoas ultrapassam a desgraça da falácia pois elas não têm limites para a sua imbecilidade. Posso falar sobre o que eu já passei: " Certa vez, enquanto frequentava uma comunidade, fui com minha mãe para um " louvor" em um lugar um pouco afastado. Nessa época (14 anos) achava mais interessante estar com as amigas do que curtindo o louvor. Uma das meninas do grupo ficou com um rapaz dentro do ônibus.Um senhor da Igreja entrou no ônibus gritando e nos xingando de vários nomes. Eu e outras meninas ficamos muito assustadas, uma moça grávida passou mal...eu acabei tendo uma crise de choro e me afastei daquele grupo aos poucos e também daquela comunidade a qual voltei após mais de dez anos. Onde está o bullying aí? aquele senhor "perseguia" aqueles jovens há um bom tempo com olhares estranhos e indiretos mas não tinha nada o que falar daqueles adolescentes e quando teve, esgotou toda a ira e inveja que guardava.
Tenho mais de 300 exemplos só comigo porém se eu escrevesse não caberiam páginas...até hoje, infelizmente, vejo muito descaso com os jovens na Igreja e perseguições por movimentos, párocos e até de outros jovens. Muitos desses acabam se afastando da paróquia e pior, até da Igreja...tenho certeza que Deus irá nos cobrar ´por cada pessoa que se afastou da Sua igreja por nossa responsabilidade. De acordo com o site da Igreja Adventista do sétimo dia, essas são algumas das características do bullying:

  • Físico: consiste em golpear, chutar, empurrar, quebrar os pertences alheios, etc.
  • Verbal: se trata de incomodar a outros colocando apelidos vergonhosos, debochando de alguma característica, insultando, etc.
  • Social: ignorar a pessoa, isolá-la socialmente, não responder quando fala, difundir boatos sobre ela para que os outros não queiram ser seus amigos, etc.

E sugerem uma solução:
O que podemos fazer?
A igreja não é um lugar isolado, onde não se manifestam este tipo de condutas. Pode ser que as manifestações sejam sutis, mas se um garoto tende a fustigar em outros âmbitos a algum companheiro, não deixará de fazê-lo por estar na igreja. Por esta razão, é importante que abramos nossos olhos para poder detectar se  existem entre nós alguns destes casos.
Em primeiro lugar, deveríamos tentar ter um contato privado e individual com quem suspeitamos que possa ser vítima deste fustigamento. Devemos assegurar-nos de que nenhum companheiro saiba do contato, por isso é conveniente realizar primeiro um telefonema para combinar o momento do encontro num lugar diferente do habitual.
É bom oferecer segurança e confidencialidade para que o aluno se anime a falar conosco. Assegure-o de que é possível terminar com este processo, mas concientize-o de que precisa de ajuda.
Uma vez confirmados os episódios, devemos tomar medidas para proteger a vítima,incrementando a vigilância em alguns setores como: banheiros, corredores ou lugares poucos frequentados por adultos.
Se estes episódios acontecem na escola, seria bom sugerir ao aluno que fale com os diretores ou professores a fim de que possam tomar certas medidas para prevenir novos incidentes.
Se ocorrer na igreja, convém persuadir o aluno a que fale com sua família e resolvam juntos os passos a seguir. Em algumas ocasiões também pode ser necessário que nós falemos com seus pais. Se a situação foi sustentada de forma crônica, é factível que a vítima precise de apoio psicológico para reforçar sua auto estima e ajudá-la a superar os traços depressivos e a tendência ao isolamento.
Se existir a possibilidade de ter algum contato com o agressor, recordemos que ele também precisa de ajuda, já que, na maioria dos casos, ele também foi vítima de alguma forma de maus tratos. Procure aproximar-se dele(a) e sugerir que busque ajuda profissional.
Também poderia ser útil conversar sobre este assunto com todo o grupo em geral, ajudando os demais a tomar consciência de que quem sabe destas coisas e participa com seu silêncio, também está fustigando a vítima.
Ajude-os a pensar o que gostariam que os outros fizessem se eles estivessem passando por algo assim.
De alguma maneira, todos os que diariamente (ou participamos de maneira indireta) na violência social, estamos sendo parte desta maioria “silenciosa” que colabora com o fustigamento.
Falemos destes temas com mais freqüência e tentemos ser modelos da “não violência”e da “não agressão”.
Procuremos ser ministros de pacificação e reconciliação (como foi Jesus) em meio a uma sociedade com códigos tão equivocados como a nossa.
Acho que temos ainda muito trabalho para fazer na Nossa Igreja Católica, precisamos nos unir, não só em oração mas em ação principalmente pois uma fé sem obras não tem sentido em Deus!!
Fonte:http://www.apo.or.br

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